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Valor supremo do cristianismo

O grande bandeirante do Cristianismo, Paulo, homem de mente peregrina, personalidade prismática e cultura invulgar, ao ser transformado pelo poder de Deus, declarou: “deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor” (Fp 3:8). Desprezar e ignorar o Cristianismo sem conhecê-lo é estultícia. Conhecê-lo e reprová-lo é cegueira. Conhecê-lo e segui-lo é o maior propósito da vida.
O Cristianismo é mais que uma religião. O Cristianismo é uma pessoa, uma pessoa divina. O Cristianismo é Jesus. Segundo Karl Marx, a religião é o ópio do povo. Para Sigmund Freud, a religião é uma muleta para os fracos. Mas o Cristianismo bíblico é a maior força transformadora neste mundo.

O Cristianismo contraria o materialismo. O homem não é só matéria. Ele é um ser moral e espiritual que tem responsabilidade consigo, com a família, com a sociedade e com Deus. O Cristianismo contraria o humanismo. O homem não é o centro do universo. Deus o é. A antropolatria é uma insanidade espiritual. O Cristianismo contraria o existencialismo. A vida não é só o aqui e o agora. Existe uma eternidade pela frente. A vida não é um poço de desespero. Jesus acabou com a perspectiva de náuseas da vida. O Cristianismo contraria o utilitarismo. A vida não é só uma corrida frenética atrás da riqueza e da autopromoção. O homem não é um objeto descartável para ser usado, explorado e jogado no lixo. O homem é alvo do infinito amor de Deus. O Cristianismo contraria o hedonismo. A finalidade da vida não é o prazer carnal, a satisfação dos desejos imediatos. O supremo propósito da vida é a glória de Deus.

As grandes transformações da história foram realizadas sob a égide do Cristianismo. 1. As lutas dos gladiadores – Centenas de milhares de escravos derramaram seu sangue nas arenas romanas, ano após ano, para satisfazer as paixões pervertidas das multidões sedentas de sangue. Certo dia um cristão de nome Telêmaco saltou para dentro da arena e separou dois gladiadores que lutavam. A um sinal do imperador, ele foi morto na arena. Mas ao sacrificar-se, poupou a vida de milhares de outros. Houve um silêncio da multidão ao ver Telêmaco morto e todos saíram envergonhados e esse foi o fim daquele horrendo espetáculo em Roma.

2. O valor das crianças – No “pátria potestas” o poder de um pai romano sobre seu filho era absoluto. Podia expor seus filhos à morte, mutilá-los, vendê-los, matá-los. Havia um local em Roma, a “torre lactaria” onde as crianças eram abandonadas e devoradas pelos animais. Sêneca relata inúmeros casos de pais matando os filhos. Cícero, o famoso tribuno romano, afirma que os pais tinham realmente o direito de tirar a vida dos filhos. Tácito, grande escritor romano, relata cenas de crianças recém-nascidas sendo levadas pelos pais e abandonadas nas encostas das montanhas e expostas às feras. Em Esparta as crianças doentes eram jogadas nos rios, nos precipícios ou passadas ao fio da espada. Jesus, porém valorizou as crianças. Abençoou-as e disse: “Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus” (Mc 10:14). Pela influência do Cristianismo o infanticídio institucionalizado desapareceu do mundo.

3. O valor da mulher – As mulheres tinham muito pouco valor antes da vinda de Jesus. Os escritos do Hinduísmo e do Bramanismo declaram que a mulher não foi feita para a independência. O Islamismo não dá à mulher o mesmo direito que ao homem. Os hindus adotavam a prática de queimar o corpo da viúva com o corpo do seu marido morto. Jesus Cristo devolveu à mulher a sua dignidade original. A liberdade da mulher é vitória do Cristianismo.

Muitas outras conquistas e transformações aconteceram pela influência do Evangelho de Cristo. Jesus sempre foi, é e será o centro do universo, da história e da igreja. Sem ele a vida é insípida e vazia. Não há salvação fora de Jesus. Não há perdão de pecados fora de Jesus. Sem Jesus a vida é um deserto seco. Com Jesus, entretanto, o próprio deserto floresce e se transforma em um frutuoso pomar.

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